domingo, 28 de novembro de 2010

Ação de marketing da P&G provoca susto e mobiliza polícia no Rio de Janeiro

Arcas de madeira espalhadas pela cidade geraram suspeita de explosivos e acabaram abertas pelo Esquadrão Antibombas


Caixas espalhadas por diversos pontos do Rio de Janeiro eram ação publicitária da P&G


São Paulo - Uma ação de marketing da P&G nesta manhã, no Rio de Janeiro, causou a mobilização da Polícia Civil e o acionamento do Esquadrão Antibombas em razão do temor de que houvesse explosivos espalhados pela zona Sul da cidade.

Peça ação, que seria um teaser para uma campanha publicitária da Procter&Gamble, a agência Moda Promoções & Eventos, contratada pela empresa, espalhou arcas de madeira pelas praças General Osório e Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Cardeal Arcoverde, em Copacabana, e no Parque dos Patins, na Lagoa. As estranhas caixas, no entanto, abandonadas sem qualquer explicação, acabaram gerando desconfiança da população. O Rio de Janeiro já chega ao quarto dia de uma onda de ataques por parte de grupos traficantes e, com o temor de que as caixas pudessem conter explosivos, o Esquadrão Antibombas foi acionado para resolver o problema.

De acordo com o titular da 14ª DP (Leblon), delegado Fernando Veloso, as caixas encontradas na região foram abertas e não foi encontrado artefato explosivo. Segundo ele, a agência não tinha licença da prefeitura do Rio para colocar as arcas naqueles locais.

O delegado disse ainda que irá indiciar o responsável pela empresa para responder por contravenção, cuja pena varia de 15 dias a seis meses de prisão. Segundo ele, o caso também pode ser submetido à Procuradoria Geral do Estado (PGE), visando acionar a firma a ressarcir aos cofres públicos de todas as despesas decorrentes da movimentação policial.

O termo "Ipanema" entrou para os Trending Topics - ranking de assuntos mais comentados - do Twitter nesta quarta-feira (24) depois das suspeitas de explosivos. Feita de forma inadequada para um momento tão delicado quando o assunto é segurança no Rio de Janeiro, a ação coloca em risco todo o investimento que a P&G tem feito em marketing nos últimos meses para fortalecer a imagem institucional no Brasil. Além de atingir diretamente a população aumentando a sensação de insegurança e causando o isolamento de várias ruas das redondezas, a ação foi coberta intensamente pela mídia, que acompanhou todo o desfecho e colocou a marca P&G em exposição.

Procurada, a P&G esclareceu que as caixas colocadas na região faziam, de fato, parte de uma ação promocional da empresa, e lamentou o ocorrido: "Lamentamos profundamente pelo desconforto causado à população. Aproveitamos para informar que a ação foi imediatamente suspensa no Rio de Janeiro e nas demais cidades".

Postado por:http://exame.abril.com.br


Os profissionas de marketing.

O blog põe em questão se não houvesse consumidores, haveria o marketing? ou do contrário se não houvesse o marketing, haveria consumidores? Um conceito fundamental em Marx, quando nos atentamos para a mercadoria, principalmente em tempos de verdadeiros bombardeios de publicidade e propaganda, é o fetichismo da mercadoria. A palavra fetiche vem de “feitiço”, algo que exerce um poder sobrenatural sobre alguém, o fetiche é um elemento fundamental da manutenção do modo de produção capitalista. Ou seja para se ter marketing é necessário que tenha consumidores, e para ter consumidores o marketing tem o seu papel fundamental para as empresas para atrair mais consumidores, e os profissionais de marketing, são importantes para saber identificar e saber onde estão possíveis consumidores para as empresas, para que aja sucesso nas campanhas puplicitárias e com isso o aumento do consumo.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

52 fatos interessantes sobre grandes marcas

1 – O atual logotipo da Shell foi criado em 1971 pelo artista Raymond Loewy. Essa cara também é responsável por criar o desenho da garrafa da Coca-Cola e o logo da Lucky Strike.
2 – A Ray-Ban criou os dois mais populares modelos de óculos do mundo: o Ray-Ban Aviator, seguido pelo Ray-Ban Wayfarer.
3 – Uma garrafa de Perrier chega a produzir 50 milhões de bolhas.
4 – Adolf Dassler começou uma fábrica de tênis com o irmão. Depois de décadas trabalhando juntos, os dois brigaram e cada um seguiu seu caminho. Adolf abriu uma nova empresa, a qual ele batizou usando seu apelido (adi) e as três primeiras letras de seu sobrenome (das), criando a Adidas. Já o irmão dele, Rudolf…
5 – ….abriu uma fábrica também. Pensou em batizar de Ruda, no mesmo esquema da empresa do irmão, unindo as duas primeiras letras de seu nome e sobrenome. No entanto, achou que a marca não soava bem e resolveu trocá-la por Puma.
6 – As fábricas japonesas destruíram a produção de motocicletas norte-americana. Com o Japão vendendo produtos mais baratos e confiáveis, em poucos anos já não havia uma fábrica americana sequer funcionando, exceto uma: a Harley-Davidson. A tática deles? Enquanto o Japão produzia “motinhas” econômicas e baratas, a Harley-Davidson optou por segmentar seus produtos, fabricando motos “de verdade”, com motores cromados e potentes, guidons inovadores e pinturas que encantavam os olhos dos consumidores.
7 – A Pepsi foi a primeira a vender seu refrigerante em garrafas de dois litros e a oferecer ao consumidor uma versão diet da bebida.
8 – A GlaxoSmithKline, proprietária do famoso Sonrisal, não sabe explicar a origem do nome da marca do antiácido. Depois de uma extensa pesquisa, com a ajuda dos internautas, o DM concluiu que o nome seria a mistura das palavras em espanhol sonrisa (sorriso) e sal. Uma óbvia combinação para expressar a idéia de que tomar o antiácido (sal de frutas) faria o consumidor voltar a sorrir, deixando a incômoda indigestão no passado.
9 – O nome da CVC vem das iniciais de um dos sócios fundadores da empresa, Carlos Vicente Cerchiari. No entanto, Cerchiari nunca viu a companhia fazer sucesso. Ele saiu da sociedade apenas dois anos depois, vendendo sua parte para o outro sócio.
10 – A Johnnie Walker sempre fabricou excelentes uísques, mas foi a propaganda que mostrou a marca ao mundo. A primeira ação foi diferenciar o produto. Já no lançamento do Black Label eles introduziram uma garrafa quadrada, a qual não levava um rótulo reto como os outros uísques, porém um rótulo colado com 24 graus de inclinação.
11 – A marca Maizena surgiu de maíz, palavra espanhola que significa milho e que por sua vez tem origem num idioma falado por indígenas do sul do México.
12 – O inventor do champanhe, o monge beneditino Pierre Perignon, o qual também inspirou o nome da marca Dom Perignon, foi na verdade contratado pelos vinicultores franceses para achar um modo de impedir que o vinho “estragasse” e virasse espumante. Ao contrário das expectativas, Perignon ignorou os pedidos e percebeu que a bebida tinha potencial.
13 – A Motorola fez fortuna vendendo aparelhos eletrônicos para automóveis. O mais conhecido deles deu nome à empresa. Era um rádio de carro, batizado com um nome que pretendia associar os conceitos de carro (motorcar, em inglês) e Victrola, uma marca de aparelhos de som muito famosa à época.
14 – A grande sacada dos irmãos Clemens e August Brenninkmeyer, fundadores da C&A, foi apostar numa mudança dos hábitos dos consumidores. Antigamente as lojas vendiam os tecidos inteiros aos clientes, como era tradição. Depois os panos eram levados a um alfaiate ou costureira. Os Brenninkmeyer acharam por bem mudar um pouco as coisas e resolveram vender roupas já prontas, quando a idéia de ter roupas com tamanhos padronizados ainda parecia absurda.
15 – O fundador do Hotmail investiu 300 mil dólares para criar o site, o primeiro a oferecer acesso a uma caixa de e-mails de qualquer computador. Dois anos mais tarde ele venderia sua criação por 400 milhões de dólares, pagos pela Microsoft de Bill Gates.
16 – A Xerox, além de inventar a fotocopiadora, foi responsável por criar o primeiro software com interface gráfica (com ícones e janelas) e o mouse. Infelizmente para eles, os diretores da empresa não acharam a idéia boa. Foi então que um cara chamado Steve Jobs entrou em cena…
17 – …Jobs comprou o software da Xerox e investiu em seu desenvolvimento. Pouco tempo depois ele lançaria o revolucionário Macintosh e seu software com interface gráfica chamado Mac OS. No entanto, o dono da Apple cometeria um erro grave. Entre os especialistas que o ajudaram o desenvolver o novo software estava um rapaz chamado William Gates…
18 – …Gates se integrou ao projeto e aprendeu tudo o que podia sobre a interface gráfica. Aprendeu tanto que no dia em que Jobs lançou oficialmente o Macintosh soube que a Microsoft já estava vendendo versões piratas do Mac OS no Japão, batizadas com o nome Windows.
19 – A General Motors foi a líder em vendas de veículos no mundo durante 77 anos, apesar da Ford ter inventado esse mercado. Seu diferencial era vender carros para segmentos específicos de clientes, enquanto a maior concorrente vendia veículos iguais.
20 – O Red Bull que tomamos é baseado numa bebida inventada na Tailândia, chamada de krating daeng (touro vermelho).
21 – A Minnesota Mining and Manufacturing Corporation, conhecida como 3M, é responsável pela invenção do Post-it e do Durex, entre outros. Estima-se que 25% da população mundial use pelo menos um de seus produtos por dia.
22 – O senhor José Balbino Siqueira fundou um banco para atender as necessidades de agricultores que atuavam nas proximidades do município de Pratápolis. Batizou seu empreendimento de Banco Itaú, em referência a uma antiga denominação dada pelos índios àquela região. Em tupi-guarani, a palavra itaú significa pedra preta. Os nativos deram esse nome à área por encontrarem ali muitas rochas de cor escura.
23 – A Ford não é apenas uma fábrica de carros. A marca será lembrada sempre por ter popularizado a linha de produção, processo de fabricação que mudou completamente o sistema capitalista.
24 – O Comandante Rolim, fundador da TAM, fez seu primeiro vôo solo tendo estudado apenas 9 horas.
25 – King C. Gillette inventou o barbeador seguro: não precisava amolar e não oferecia o perigo da navalha. A idéia era boa, no entanto os homens estavam acostumados a freqüentar a barbearia. Dotado de um senso comercial extraordinário, Gillette enviou gratuitamente um de seus aparelhos de barbear para cada soldado americano durante a I Guerra Mundial. Como King sabia, os militares precisam estar bem barbeados sempre e sua invenção poderia proporcionar isso de um modo mais rápido e eficaz. Depois de terminado o conflito, os soldados que voltavam tinham adquirido o hábito de barbear-se em casa, ao invés de irem ao barbeiro. A novidade logo se espalhou e o mercado da nova invenção cresceu de um modo surpreendente.
26 – A Colt colocou no mercado as primeiras armas com tambor, capazes de disparos consecutivos. Baratas, fáceis de usar e letais eram as armas Colt. Por isso que muitos dizem que Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
27 – Jesus Norberto Gomes, criador do famoso Guaraná Jesus, era ateu.
28 – O nome do cigarro Marlboro é uma referência à rua na qual ficava a sede da empresa em Londres, a Great Marlborough Street.
29 – No início do século XX a empresa americana Converse criou um modelo de tênis destinado a jogadores de basquete. Para divulgar a marca, eles contrataram um jogador chamado Chuck Taylor para desenvolver o calçado e participar das propagandas. Nascia o Converse All Star Basketball Boots – Signed by designer Chuck Taylor. Conhecido aqui simplesmente como All Star, o tênis da Converse fez o maior sucesso nos EUA, tendo ficado famoso até no Japão…
30 – …Na terra do sol nascente, o All Star chamou a atenção do empresário Kihachiro Onitsuka. Num primeiro momento ele copiou descaradamente o modelo do tênis americano. Porém, o tempo foi passando e ele desenvolveu vários aspectos do projeto, especialmente o solado. Rapidamente ele já fazia calçados melhores que os da Converse, em geral voltados para a prática de esportes. Surgia a Anima Sana In Corpore Sano, mais conhecida pelas iniciais ASICS. Fazendo o movimento contrário, os tênis da ASICS passaram a ser exportados para os EUA…
31 – …Dois desses importadores eram Phil Knight e Bill Bowerman. Fascinados com a qualidade dos tênis da ASICS, eles venderam muito para o mercado americano. Depois de dez anos, decidiram que deveriam fabricar calçados também. Ao batizar a nova empreitada, eles escolheram o nome da deusa grega da vitória, Niké.
32 – Duas teorias explicam o nome da Pizza Hut. A primeira diz que os fundadores não tinham muita grana quando resolveram abrir a empresa. O jeito foi alugar uma loja mais em conta. Escolheram então um prédio esquisito e meio abandonado, em forma de cabana. Essa aparência serviu para compor a marca da empresa, que uniu o nome do principal produto (pizza) à palavra inglesa hut (cabana). Outra teoria afirma que o nome da marca Pizza Hut surgiu de um problema com o letreiro da loja. A pouca grana fez com que os dois irmãos só pudessem comprar um letreiro pequeno para a primeira pizzaria. Depois de escreverem a palavra “pizza”, só sobrou espaço para um nome com três letras. Daí entrou o termo hut, para dar a idéia de “cabana da pizza”.
33 – Existem 70 tipos diferentes de Fanta, muitas delas baseadas no gosto específico do consumidor local. A mais famosa é a de laranja. Porém ela muda de país para país, variando a porcentagem de suco natural diluído na bebida. No Brasil, onde mais se consome a de laranja, a quantidade de suco natural na bebida é a maior do mundo (10%). Em alguns países a concentração é de 2%.
34 – A morte de Jack Daniel, criador da marca Jack Daniel’s, teria sido assim. Certo dia ao chegar no escritório bem cedo, ele tentou abrir seu cofre, no entanto não lembrava da combinação. Puto da vida, Jack teria dado um belo chute no cofre e arrebentado o dedão do pé. O machucado virou uma ferida maior e ele teria morrido de infecção generalizada. Segundo o site da Jack Daniel’s, a lição que se tira dessa história é “não vá trabalhar cedo”.
35 – A Philips esteve envolvida diretamente nas invenções da fita K7, do CD e do DVD.
36 – O inventor da arma AK-47, Mikhail Timofeevich Kalashnikov, nunca ganhou um tostão pela invenção do rifle, apesar dos russos terem vendido cerca de 100 milhões de armas como essa.
37 – Ferruccio Lamborghini era um rico empresário, dono de uma fábrica de tratores. Adorava carros de corrida e os colecionava. Sua marca preferida era a conterrânea Ferrari, apesar de achar que o câmbio desses carros não eram lá essas coisas. Certo dia Ferruccio resolveu dizer isso diretamente a Enzo Ferrari. O dono da escuderia respondeu secamente: “senhor Lamborghini, não acho que alguém que fabrica tratores tenha autoridade para criticar meus carros”. Com raiva, Ferruccio prometeu fazer seus próprios carros. Surgia a Lamborghini.
38 – O logotipo da Bic foi criado pelo artista Raymond Savignac. O desenho, feito para atrair a atenção das crianças, é de um menino com uma esfera no lugar da cabeça e segurando uma caneta nas costas.
39 – O relógio da Omega modelo Speedmaster continua a ser o primeiro e único relógio a ter sido usado num corpo celeste além da Terra.
40 – De onde vem o termo Nokia? Na verdade esse é o nome de um pequeno mamífero que habitava a região na qual passa o rio, uma espécie de marta. O curso d’água acabou ganhando o mesmo nome, assim como a cidade que foi construída em suas margens. Então temos, por ordem, um bicho chamado Nokia, que deu a um rio o seu nome. O rio, por sua vez, batizou a cidade. A cidade batizou a empresa.
41 – Diz a lenda que o sistema de busca criado por Page e Brin, o Google, foi esnobado pela Yahoo, na época dona do maior buscador da internet.
42 – O logotipo da Ferrari tem uma origem inusitada. Em 1923, após ganhar uma corrida, Enzo Ferrari conheceu uma senhora. Ela era mãe de Francesco Baracca, um piloto italiano que tinha lutado na I Guerra Mundial. Muito bom de mira, Baracca era mestre em derrubar os aviões inimigos. Para dar sorte, ele costumava pintar um cavalo empinado num lado da aeronave. A mãe dele quis que Enzo compartilhasse dessa mesma sorte e pediu a ele para também pintar o cavalo em seu carro de corrida. Uma vez que Enzo também tinha lutado na I Guerra, ele aceitou o conselho da dona Baracca e pintou o cavalinho, desenho que mais tarde se tornaria o logotipo de sua empresa.
43 – O inventor do isqueiro Zippo era apaixonado por engenharia. Uma das coisas que mais o fascinava era o projeto do zíper. Ele gostava tanto que na hora de batizar sua própria criação se inspirou no termo zipper.
44 – E por que o sobrenome dos fundadores é Toyoda e da fábrica é Toyota? Mais um caso de termo mudado para que a pronúncia no exterior ficasse mais simples e fácil de lembrar.
45 – Cotonete é um termo inventado pela Johnson & Johnson. Ele une cotton (sem um dos t’s) ao sufixo ete (cotonete), muito usado no diminutivo de diversas palavras.
46 – Quando chegou ao Brasil, o Volkswagen ainda levava esse nome. Acontece que a palavra volkswagen não é fácil de falar na nossa língua. Então logo arranjaram um apelido para o carro, que passou a ser chamado de volks (folks, na pronúncia em alemão). Porém, caro leitor, a língua e dinâmica e bem sabem os lingüistas que ela busca a facilidade. Por isso logo o volks foi aportuguesado, transformando-se em fusca.
47 – Em 1955, ao encontrar dificuldades para escoar sua produção para São Paulo, a Sadia arrendou um avião para levar os produtos para lá. O transporte ajudou muito a companhia, mas também chamou a atenção do consumidor comum, interessando em comprar passagens de avião. Vendo aí uma boa oportunidade, a diretoria criou a Sadia S.A. Transportes Aéreos. Inicialmente levando passageiros de municípios catarinenses para a capital paulista, a companhia cresceu e logo ganhou mercado em outras regiões. Na década de 70 já era uma das maiores linhas aéreas do país. Nessa altura os donos resolveram desvincular a palavra Sadia (alimentos) e criar uma nova marca para a companhia aérea. Surgia assim a tão conhecida Transbrasil, que infelizmente veio a falir em 2001.
48 – A palavra sucrilho é uma mistura entre o termos sugar (açúcar), crisp (crocante) e milho. Só é usada no Brasil. Nos países da América que falam espanhol Sucrilhos se chama Zucaritas. O nome do tigre é Toño.
49 – A marca Blue Tree é a tradução para o inglês do sobrenome da fundadora da empresa, Chieko Aoki.
50 – Em 1905 a Faber-Castell lançou o lápis Castell 9000. Esse produto praticamente criou todos os padrões de material, tamanho e maneira de produção dos lápis fabricados dali para frente.
51 – O logotipo da Batavo, empresa fundada por imigrantes holandeses, é composto pela figura de uma garota de tranças e chapéu, caracterização adotada pelas holandesas do início do século XX durante festas rurais.
52 – Pemberton vendeu os direitos de comercialização da Coca-Cola cinco anos depois de criar a bebida. Quem comprou foi um empresário chamado Asa Griggs Candler. Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing. Por isso Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca. Mesmo assim, Candler não era infalível. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais. Nesse mesmo ano um comerciante chamado Joseph Biedenharn propôs a Candler vender a bebida em garrafas. Candler achou que não faria sucesso e, cinco anos depois, vendeu os direitos de engarrafamento por apenas um dólar.
Por Eduardo Nicholas, do blog Sedentário e Hiperativo

sábado, 20 de novembro de 2010

“Interajo, logo existo”

“Papai, Barney!!”, é assim que a minha filha fala todos os dias à noite, após ligar, sozinha, a TV e sentar na poltrona dela. Qual é um dos principais motivos para a televisão ser um sucesso? Em minha opinião, uma das razões é a grande facilidade de uso: basta ligar e pronto. Depois disso, basta trocar de canal, aumentar ou diminuir o volume. Qualquer novo detalhe que surge já gera dificuldades e problemas.
A TV a cabo, por exemplo, já complicou a vida de algumas pessoas por fazer com que o usuário use dois controles ou tenha de sintonizar a TV no “canal” de vídeo. Tudo isso causa impacto. Na casa da minha avó, por exemplo, a TV começou a “quebrar” depois que ela instalou a um serviço de TV a cabo. Bastava apertar um botão errado e pronto, problemas à vista! A imagem não aparecia e era necessário chamar, mais uma vez, o técnico para “consertar” o aparelho.
Se a utilização da TV a cabo já é uma dificuldade para alguns, imagine navegar na Internet em determinados celulares. Existe todo um processo que envolve encontrar o ícone de acesso, digitar a URL em um teclado que não favorece, dificuldade para encontrar sites otimizados, entre outros problemas. Já no iPhone a situação é bem diferente. Ao ligar o aparelho, você já tem um “menu de conexões” a seu dispor (Safari, iTunes, App Store, E-mail, Ações, Youtube, Mapas etc.), além dos diversos aplicativos que podem ser baixados.
O fato de estar tudo muito mais acessível facilita a exploração do aparelho, pois não há informações ocultas em pastas e/ou subpastas. É tudo mais claro e o menu é altamente visível. Uma hora ou outra o usuário vai querer saber o que significa um novo ícone ainda desconhecido. E, quando souber, se considerar interessante, será muito mais fácil utilizá-lo novamente.
Em poucas palavras, o celular sempre foi considerado um “canivete suíço” tecnológico, mas, na maioria das vezes, as pessoas só o utilizavam para falar. Com um celular touch, todas as funções estão visíveis como um passe de mágica! Um bom exemplo disso é o caso da minha filha, de 1 ano e 10 meses, que não sabe ler, escrever, mal sabe falar, mas já navega no iPhone. Antes dele, ela já quebrou uns três aparelhos celulares meus por não saber o que fazer com eles. Começava a apertar tudo que via pela frente.
Com o iPhone na mão, ela liga o aparelho, aperta o botão “Frô” (ícone com uma flor desenhada que a leva até os arquivos de fotos armazenados no aparelho) e começa a navegar pelas imagens, procurando as que lhe interessam. Quando ela quer brincar em algum game presente no aparelho, ela clica no “Peixe” (ícone que a leva para um game) e pronto. É só brincar! Sensacional! Se uma imagem vale mais do que mil palavras, um vídeo deve valer umas mil imagens.

Por Marcelo Castelo, do Mundo do Marketing | 25/05/2009

Consumo de mídia deixa consumidor exigente, diz pesquisa

A exposição múltipla aos meios torna os consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos é o que diz a pesquisa “Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência” feita pelo IBOPE Mídia entre 24 e 28 de agosto deste ano com 800 pessoas com mais de 10 anos de idade da região metropolitana de São Paulo. De acordo com o estudo, 81% buscam mais qualidade na informação do que a origem dela e 53% sentem-se pressionadas com a quantidade de informação disponível.
Para os consumidores de até 24 anos – principalmente -, a quantidade de informação e tecnologia ao alcance diariamente é absorvida por completo e sem dificuldade, opinião de dois terços da população pesquisada, segundo o estudo. A pesquisa do IBOPE Mídia mostra que 46% dos consumidores paulistanos acreditam que em 2020 não haverá tempo para interagir com o volume de dados oferecidos pelas mídias. A escassez, segundo os paulistanos, também atingirá as áreas de recursos naturais (81%), saúde (65%) e trabalho (56%).
O consumo das mídias, para 82% dos entrevistados, é feito separadamente, uma de cada vez. Mas, quase metade dos jovens acessa a web enquanto assiste TV ou ouve rádio. Em média, 22% dos paulistanos afirmam fazer downloads de filmes enquanto 45% dos jovens entre 18 a 24 anos possuem esse hábito. A pesquisa apresenta a lista de itens mais importantes para os consumidores no dia-a-dia e a TV lidera com 77%. Em segundo está o aparelho celular com 70% seguido pelo computador com acesso à internet (58%) e rádio (46%).
As redes sociais também aparecem com destaque neste estudo do IBOPE Mídia com relação aos relacionamentos pessoais, já que 45% acreditam que as redes sociais já estão inseridas na rotina. Para jovens entre 18 e 24 anos este índice sobe para 72%. Os relacionamentos virtuais estão ganhando importância e já são 16% dos consumidores que preferem falar com amigos, família, colegas de trabalho, via internet e não pessoalmente.

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 07/10/2009

Marketing da Responsabilidade

Confesso que tenho ficado muito chocada com os eventos ambientais e sociais dos últimos anos. Sinto que a dramaticidade tem adquirido contornos muito sombrios. O mais recente foi o massacre de imigrantes ilegais no México. Pessoas em busca de perspectivas e novas possibilidades dizimadas em função de más escolhas. Ou da falta delas.

De outro lado, a sociedade mundial intensifica a superficialidade no consumo exacerbado. “Na minha época de solteiro, os sonhos eram outros. Agora eles querem moto, computador, coisa que não dá para comprar com o dinheiro que se ganha na roça”, observou Antonio Ramos dos Santos, pai do jovem Hermínio morto no massacre no México. Confesso que reli esta frase extraída da matéria do Estadão muitas vezes.

Nossos sonhos, de fato, são diferentes da geração anterior que tinha menos opções, alternativas e modelos. Realizamos sonhos e queremos outro, outro e outro... E não estamos mais felizes. A depressão adquire proporções epidêmicas, segundo a Organização Mundial de Saúde. Talvez porque o vazio só pode ser preenchido com o infinito e não com objetos.
Nossos jovens menos favorecidos continuam em busca de caminhos que criem acesso ao mundo. O problema é que criamos um mundo em que a felicidade só é possível se tivermos o carro do ano, aquela bolsa e mais outra, aquele celular e mais outro. Precisamos do consumo para fazer o motor mundial funcionar, mas precisamos revê-lo e repensá-lo para dar continuidade ao planeta de forma saudável.

Para tanto precisamos que pessoas espetaculares façam acontecer uma realidade promissora e uma nova ética de consumo. Não bastam a responsabilidade social ou a ambiental. Temos que inaugurar a Responsabilidade do Marketing. Esta é a sua parte, a minha e a de todos que fazem acontecer o consumo da forma como é hoje.


Postado por Beth Furtado - Consumo e Inovação - 01/09/2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Consumo, Logo Existo!


No início do blog damos uma pequena prévia a respeito do Consumo X o Maketing. Uma pequena comparação do consumo com a existência, é uma simples forma de dar ênfase a questão que muitas vezes não percebemos a importância de pensarmos, como a questão do consumo tem influenciado nossas vidas afinal, levante a mão quem nunca consumiu... Pois bem é ai onde queremos chegar, o consumo está em qualquer parte de nossas vidas. Consumo de acordo com o dicionário Aurélio é o ato ou efeito de consumir, de gastar. Portanto nascemos e crescemos consumindo. Mesmos havendo variados tipos de consumo, para determinados fins, tanto vitais já que precisamos consumir o ar, energia, alimentos e etc, quanto os  fins materiais, já que muitas vezes não por necessidade consumimos diversos produtos, esse ato sempre fez e sempre fará parte de nossas vidas. A questão que queremos tentar buscar e apresentar são aquelas que envolvem o consumo e como fazê-lo com responsabilidade, ou seja, pensando em todos os pros e contras, desse tema tão importante em que muitas vezes não paramos nem pra pensar no sentido da palavra. Tudo que não passa dos limites é bom e satisfatório, seja um consumidor equilibrado e consciente em todos os sentidos. Consuma essa idéia você também!

Jéssica Cabral

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Tendências de consumo. Conheça 7 perfis

Detectar e entender as aspirações humanas da sociedade pós-moderna e como essas motivações e desejos se refletem nos rituais de consumo não é tarefa fácil. O Observatório de Tendências Ipsos capta as tendências de consumo nas principais capitais do mundo, identifica e analisa movimentos e fenômenos observados em nível macroeconômico, político e social e seus reflexos no consumo, no comportamento, nas manifestações culturais, na arquitetura e na propaganda.

Publicamos a seguir os sete perfis de consumo elencados pela empresa de pesquisa na íntegra. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, aponta Clotilde Perez, Coordenadora Geral do Observatório. Esta composição passa por um eixo formado por ambiguidade, leveza, sonsoralidade, por um mundo edulcorado e reticular.

1. Go Bubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.

Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia... São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!

Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá... O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.

2. HiperSense
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.

Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emoção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.

Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia... A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.

3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.

Um caminho sem volta. A mulher não será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico...

Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.

4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.

Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir... Afinal vamos viver muito... A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.

5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.

Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.

São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.

É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.

6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.

Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.

7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.

Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no chão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.

Na vertente da sofisticação do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 21/06/2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Água mineral francesa inspira-se na moda para criar garrafa especial

São Paulo - A água mineral francesa Evian lança todo ano edições limitadas de suas garrafas, sempre desenhadas por estilistas de renome. Gigantes do mundo fashion como Christian Lacroix, Jean Paul Gaultie e Paul Smith são exemplos de quem já criou "modelitos" para as embalagens da marca.
Desta vez, o convidado é o japonês Issey Miyake. Conhecido por seu estilo minimalista, inovador e vanguardista - e também por demonstrar grande preocupação com o uso consciente dos recursos naturais em suas criações -, o estilista decorou a garrafa com uma flor formada por pétalas coloridas em forma de garrafas, simbolizando a juventude e dando voz ao slogan da Evian: Live Young.
edição especial da garrafa está à venda nas lojas Issey Miyake em Tokyo, Osaka, Paris, Nova York, Londres e Zurique.
Tirado do site da Exame .com