quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mulheres comprando...

Uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.

Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.

E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).

As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.

A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.

Postado no site: http://www.espacodamoda.com

A mapa do consumo


O artigo é longo, mas é muiiito interssante!

Jovens de 18 à 24 anos ditam as tendências do consumo mundial de todas as faixas etárias. Saiba como trabalham as empresas que pesquisam seu comportamento, mapeiam seus movimentos e descobrem, antes de você mesmo, o que você vai comprar amanhã.

Foi-se o tempo em que os únicos canais que uma empresa contava para descobrir o que o se passa na cabeça do seu público eram os 0800 dos serviços de atendimento ao consumidor (geralmente utilizados para relatar experiências frustradas) ou avaliações de mercado superficiais.

Hoje, quem dita os hábitos de consumo são os jovens. Seus hábitos são decisivos para determinar o que será consumida pelas outras faixas etárias em escala global. Com acesso às ferramentas necessárias para inverter a via de mão única da indústria cultural, a geração digital rompeu os padrões estabelecidos e transformou o mercado, ampliando o que antes podia ser considerado sub-culturas e mudou a cara do consumo global. Se para as grandes marcas isso tornou mais complicado mirar seu público-alvo, o que dirá acertá-lo.

Através de análise de campo, as empresas de pesquisa de tendência estudam detalhadamente seu comportamento, detectam tendências e ajudam a indústria a antecipar demandas, podendo lançar e moldar produtos antes mesmo delas se manifestarem em larga escala. A Box 1824 e a Voltage são dois dos principais nomes nessa área.
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Numa pesquisa sobre comportamento jovem, realizada sob encomenda de uma agência de publicidade de Porto Alegre, um grupo de entrevistados contava o que gostava de fazer no final de semana. Uma menina contou que gostava de ir ao shopping, um garoto falou que curtia ensaiar com sua banda, enquanto outro menino disse simplesmente que gostava de pescar, provocando riso no resto do grupo. Intrigada com uma resposta tão fora do padrão urbano, a entrevistadora perguntou se ele fazia esse programa com os pais, arrancando mais risadas quando ele disse que preferia ir com os amigos mesmo.
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No dia de apresentar o resultado do estudo para o cliente, a pesquisadora relatou, entusiasmada, ter percebido que alguns jovens estavam resgatando hábitos antigos, como pescar. Assistindo a reunião, um funcionário da área de planejamento e pesquisa da agência, Rony Rodrigues, então com 22 anos, caiu na gargalhada. “Pescar”, na gíria dos guris, significa fumar maconha.

Percebendo que o segmento jovem estava sendo mal estudado, Rony convidou o amigo (e colega de profissão) João Paulo Cavalcanti e a psicóloga Priscila Figheira para realizar pesquisas por conta própria. Logo no primeiro trabalho, para a marca de tênis Olympikus, constataram algo importante. Devido a proximidade de idade, os jovens contavam pra eles coisas que não diziam para pesquisadores mais velhos.
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Após um estágio numa empresa italiana, a Radar, em Milão, Rony voltou com conceitos mais bem fundamentados sobre os métodos de análise. Nascia a Box 1824, a primeira empresa de pesquisa de tendências no Brasil.Para descobrir os próximos movimentos culturais, as pesquisas de tendência investigam os hábitos de jovens bem informados, naturalmente ligados nas mais recentes inovações tecnológicas, artísticas e comportamentais.

Talvez você tenha um amigo assim. Um personagem algo parecido com o descrito por João Brasil no seu hit (virtual, claro), “Supercool”. É aquela pessoa que vive “ouvindo seu iPod, atualizando seu fotolog, passando músicas pro laptop / sempre muito antenado com o que não está na grande mídia.
Fundada em 2003, por Rony, 26, e João Paulo, 24, a Box 1824 tem entre seus clientes a Nokia (no Brasil, Índia, China e Tailândia), a Nike (América Latina) e Unilever (em 20 países, incluindo Inglaterra, EUA, México e África do Sul). Com uma equipe de colaboradores espalhada por diversos países, a Box 1824 é pioneira nos estudos em países em desenvolvimento e seus mercados emergentes, motivo pelo qual rapidamente conquistou clientes pelo mundo.
Tendência é um conceito comumente associado ao mercado de moda.
Diferente do que se pode imaginar, o trabalho dessas empresas não é criar modismos, através de exercícios de futurologia ou adivinhação. A tarefa é identificar comportamentos sócio-culturais incipientes e definir o momento certo de lançá-los para grande massa. Surgidas no final da década de 80, nos EUA, só agora essas empresas começam a surgir no Brasil.
Segundo Rony, as empresas querem, cada vez mais, entender seus consumidores, seus anseios e preocupações. Para isso elas contratam empresas de pesquisa de tendência de consumo, para experimentar junto com o consumidor suas vivências com seus produtos e serviços.

— O mercado percebeu a necessidade de se tentar antecipar os movimentos culturais e descobrir, através de uma verbalização ou de uma experiência de consumo, uma idéia que sirva pra criar um novo produto ou serviço.
Com apenas um ano e meio de vida, a Voltage atende Nívea, Del Valle, Grupo Estado, Coca-Cola, ABN Amro, entre outros. O diretor-geral, Paulo Al-Assal, 36, complementa.
— Não é simplesmente falar que o próximo tênis será verde, mas interpretar e estudar essa tendência. Essa informação pode ser utilizada para inovar um produto, embalagem e a comunicação.

Apesar do imperialismo cultural, por se tratar de realidades econômicas completamente diferentes, não basta tentar replicar o que está acontecendo na Europa e nos EUA.
O método utilizado nas pesquisas, apesar de variar em cada empresa, é elaborado e específico para cada cliente. Em comum, a importância de compreender o comportamento jovem para se atingir resultados satisfatórios.
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— Os jovens de 12 à 17 anos aspiram ter entre 18 e 24 anos e viver as vantagens dessa idade. Os mais velhos, de 25 pra cima, se inspiram nessa faixa etária, para se reciclar — explica Rony, ao mesmo tempo que traduz o nome de sua empresa, Box 1824.
A geração nascida após a Segunda Guerra, os baby boomers, revolucionou o comportamento, a moda e a arte, conquistando seu espaço e o poder de consumo, inexistentes na década de 50. Na década de 80, o jovem adquiriu a chave do quarto, do carro e o direito à privacidade, de se isolar no próprio universo.

Nos anos 90, com televisão, aparelho de som e computador, eles se trancam no quarto não mais pra se distanciar, e sim pra conectar-se com o mundo exterior. A geração zapping, dos multi-meios, aprendeu a ler e escrever ao mesmo tempo em que acessava a internet, utilizando uma linguagem não-linear, em camadas de hyper textos.
Tanto a Box quanto a Voltage, trabalham sobre variações do esquema traçado por Everett M. Rogers em sua teoria da difusão da inovação (“Diffusion of Innovations”, 1962). O estudo foi o primeiro a classificar indivíduos de acordo com seu papel na cadeia de disseminação de novidades. São eles os “inovadores” (cerca de 3% da população), os “usuários pioneiros” (17%) e a “grande massa” (80%).
— A Box segmentou esse conceito, pois a pessoa pode até ser uma inovadora ou disseminadora de música, mas não sei se entende de xampu. Não dividimos os grupos apenas por classe social ou faixa etária, mas por alfas, betas e mainstream.
Alfas são os inovadores, pessoas que tem o comportamento totalmente individual em relação a determinado produto ou serviço. Betas são os disseminadores, é quem olha pro mercado, pras mídias editoriais e pro alfa, mastiga e leva pro mainstream. E o mainstream é a base dessa pirâmide, a massa. A maioria dos estudos utiliza os betas como fonte. O alfa é consultado quando se quer gerar um produto novo.
Encontrar essas pessoas exige paciência. Se o assunto for música, busca-se em lugares relacionados ao consumo (boates, loja de discos). Lá, pode-se fazer uma pergunta como “quem mais entende de música no Rio?”. Se o indivíduo responde exigindo especificações, como “no Rio?”, deve se tratar de um alfa ou um beta. Outro indicativo dessa condição, é quando o mesmo nome é citado por vários entrevistados.
Depois de se identificar os alfas e betas do tema em questão, passa-se 45 dias convivendo e analisando, com a consultoria de sociólogos e antropólogos, os hábitos de um grupo de 8 a 16 pessoas (determinados estudos chegam a dois mil entrevistados), utilizando técnicas como a invasão de cenários, onde se transforma pessoas do próprio grupo em observadores.
— Nesses casos, o entrevistador é igual ao entrevistado. Se formos pesquisar executivos, nós vamos chamar outro executivo para conduzir essa entrevista. Não é espionagem, as pessoas sabem que estão sendo observadas, numa relação franca. Nenhuma empresa no mundo trabalha diferente — diz João Paulo, da Box.
Os resultados muitas vezes são sutis. Numa pesquisa para pasta de dente Close-up Ice & Fire, a Box descobriu que os jovens estavam muito mais interessados em uma solução para o mau-hálito do que para anti-placas ou anti-tártaro. Com essa informação em mãos, fez-se a vontade do consumidor.
Os observadores recrutados pela Box recebem de 500 reais a 20 mil reais pelo trabalho, dependendo do seu perfil e do tamanho da empreitada.
— Cada vez que sai uma matéria, recebemos uns 40 e-mails. É um trabalho muito específico, de observação, não de crítica. A escolha da equipe é muito criteriosa, não é tão simples — fala Rony.
A Voltage trabalha com uma rede fixa de consultores no Brasil. Formada por 200 participantes entre 18 e 28 anos, constantemente renovados, mais outros 2.500 na Europa e 60 espalhados pela América Latina, fruto de uma parceria com empresas estrangeiras, como The Future Laboratory e Signs of the Times.
Chamados experts e connectors, esses jovens são recrutados por uma psicóloga no que Paulo Al-Assal considera “celeiros de antenados”.
— Algumas profissões naturalmente obrigam que se esteja sempre bem informado, caso dos DJs, estilistas ou jornalistas. Eles não são formadores de opinião, simplesmente estudam para exercer seus trabalhos e são early adopters [usuários pioneiros], disseminando tendências.
Nenhum dos colaboradores da rede da Voltage é pago. Sua missão é, através de um site, fornecer informações sobre o que acha atraente, inspirador ou promissor, por meio de uma foto e um breve texto. Os dados são então analisados por um conselho acadêmico, formado por antropólogos, sociólogos, psicólogos, teólogos, psicanalistas e especialistas em semiótica, e cruzados com os interesses do cliente.
— Nossos colaboradores vêem isso como uma oportunidade de trocar idéias com pessoas que pensam parecido e uma chance de acessar os resultados. Pago apenas quando uso essa rede pra fazer pesquisas, responder perguntas ou testar um produto.
O resultado dessas pesquisas pode determinar o sucesso ou fracasso de um produto e, portanto, são valiosos. Dependendo da complexidade, uma pesquisa da Box 1824 pode custar entre 150 mil e 2 milhões de reais. As da Voltage variam entre 40 e 400 mil reais.
Percebendo seu potencial como disseminador de tendências, alguns betas/connectors com perfil empreendedor, montam suas próprias empresas de consultoria e curadoria. É um trabalho diferente do que faz a Box 1824 e a Voltage, ou mesmo do cool hunting, outra atividade recorrentemente confundida com pesquisa de tendência.
Foi apostando na capacidade de filtrar informações que a jornalista Jô Hallack (falta a idade dela) e a executiva de marketing Adriana Penna (também) abriram a Predileta. No caso delas, o cliente não busca dados técnicos, mas sim um olhar.
— Somos mais artesanais, não é uma mega empresa. É trazer esse universo onde a gente cresceu, nossa vivência, e transformar em informação. Não é bom gosto nem gosto pessoal, é o que se encaixa para determinado cliente — diferencia Jô.
A Predileta fez a curadoria musical de eventos da Red Bull e Vivo Open Air, além de prestar consultoria para a produtora Lado B, responsável por administrar as carreiras de Zeca Pagodinho, Lenine e Vanessa da Mata.
Em alguns casos, essa análise de consumo futuro acelera processos, ou até cria demandas, interferindo na escolha das pessoas, algo que está na essência da publicidade. Naturalmente, há respostas para a incessante busca pela próxima tendência.
Criado em Buenos Aires e levando ao extremo a resposta do pintor surrealista Salvador à pergunta sobre o que tem potencial para se tornar moda (“tudo que está fora de moda”), o site “The uncool hunter” privilegia o bizarro e o kitsch, declarando-se anti-modas. O que, paradoxalmente, pode caracterizar uma maneira de se antecipar tendências.
Preocupados com os limites éticos da profissão que exercem, Rony e João fazem planos para um futuro consciente. Além de ser uma das primeiras empresas a aderir a onda carbon free (que significa neutralizar todas as emissões de carbono produzidas por seu trabalho com o replantio de árvores), a Box patrocinou artistas (os grafiteiros Os Gêmeos e o artista plástico Bruno Novelli) e videoclipes (“Entre nós dois”, do Tom Bloch, dirigido por Augusto Canani).
Os planos são mais audaciosos. Ano que vem a empresa pretende fazer um estudo mapeando o jovem do século XXI, em 20 países e sem fins lucrativos, para entregar para ONU.
— Nosso objetivo é deixar um legado, deixar um papel social e humano para sociedade. Não temos escritório, saite ou cartão de visita, evitamos utilizar papel e trabalhamos com um lucro presumido de 20%, a diferença nós devolvemos para sociedade ou para os funcionários — fala Rony.
O trabalho está longe de acabar.
— Daqui a pouco vamos viver outra grande revolução. Estamos passando por muitas mudanças sociais, com a expectativa de vida aumentando. No futuro, as pessoas acima de 40 anos vão ser um novo ponto de influência, mais um referencial a se somar aos jovens — prevê João Paulo.
Pelo visto, a renovação não pára, o que garante muito mercado pela frente. Bom pra eles.

http://www.gardenal.org/urbe/2007/04/o_globo_01042007.html

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

MARKETING PESSOAL

  .....Marketing Pessoal hoje, é a ferramenta mais eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do Marketing Pessoal.
.....As empresas de hoje analisam muito mais do que sua experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética, são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros/colaboradores.

.....Alguns detalhes merecem atenção especial:
  • Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;
  • Ter consciência da importância da atitude para a concretização de objetivos;
  • Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos de frustração e angústia;
  • Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de superação de obstáculos;
  • Manter-se motivado;
  • Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que ela trabalhe como seu diferencial;
  • Seja absolutamente pontual;
  • Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não seja traído com detalhes de menor importância;
  • Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar portas;
  • Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços, fale baixo e devagar;
  • Controle suas emoções mas não as anule, elas são muito importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento com o tema que está sendo tratado;
  • Cuidado com o uso do celular;
  • Não fale demais nem de menos

sábado, 2 de outubro de 2010

Conheça seus direitos como consumidor assegurados pelas leis


Como consumidores todos nós temos direitos e somos assegurados pelas leis, que muitas vezes são desconhecidos da população. Você conseguirá aqui as informações necessárias de como mover ações contra várias instituições que não respeitam seus direitos, ganhar processos e receber indenizações de danos morais pelo incômodo que elas lhe causam.
Normalmente as instituições que mais desrespeitam o cidadão são as concessionárias de serviços públicos, grandes empresas, bancos, administradoras de cartão de crédito e afins.
Todas as informações são baseadas no que dizem as leis ou vem da lógica; os procedimentos são relativamente simples e sobretudo você faz respeitar seus direitos e ganha indenizações de danos morais.
As acões não requerem, necessariamente, a presença de advogados, embora possam ser usados se assim você desejar. Todas elas são movidas em Juizados Especiais Cíveis (também conhecidos como Juizados de Pequenas Causas). A presença de um advogado somente é necessária se o valor da causa (o total somado de indenizações e danos morais) passar de 20 salários mínimos. Se não passar você não precisa de um e melhor, ainda tem a ajuda da Defensoria Pública para redigir e dar entrada na sua ação.
Quando você faz uso do Tribunal de Pequenas Causas de forma pública e gratuita, passa uma maior impressão de vítima. E os juízes deles já julgaram centenas de casos semelhantes ao seu dando ganho de causa ao cliente em praticamente todos. Na primeira audiência tenta-se um acordo. Se não houver, no julgamento da ação, a sua defesa é feita pelo advogado pago pelo estado, o que dá uma maior legitimidade ao seu caso.
No Juizado ou Tribunal de Pequenas Causas o valor das causa chega no máximo a 40 salários mínimos e a partir de 20 você obrigatoriamente deve contar com um advogado. Caso decida usar a justiça comum pode chegar a ganhar bem mais, no entanto nela existem várias dificuldades que você não enfrenta no Tribunal de Pequenas Causas.
O juizes dos Juizados Especiais ( Tribunal de Pequenas Causas ) normalmente tendem a dar ganho de causa para o consumidor, que tem a vantagem legal de ser a parte mais fraca. Nestes casoscabe ao Réu ( empresa que está sendo processada ) o ônus da prova. Isto significa que embora seja você quem faz a acusação, cabe a parte ré ( empresa que está sendo processada ) provar que você está errado. Se fosse na justiça comum seria o oposto. E conseguir provas legais normalmente não é fácil.
Procure sempre maximizar o seu problema de modo que ele venha a parecer bem maior do que é realmente, garantindo um maior valor indenizatório de danos morais. Tenha em mente que a outra parte tentará fazer exatamente o contrário.

Para mais informações, na própria internet é possivel baixar o livro de Códigos de defesa do consumidor, esses livros tambem estao à venda em livrarias e bancaas de jornaal, não fique desatualizados, procurem seus direitos!


Perfil dos consumidores da internet

Os consumidores que optam pelas compras via internet são mais jovens e ganham mais que o dobro dos que preferem o varejo tradicional, constatou pesquisa divulgada pela E-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico.

De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas se encontram nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras off-line ganham R$ 1.444.

O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0.

Acostumados em utilizar o cartão de crédito nas compras, os e-consumidores também optam por essa forma de pagamento no varejo físico. Já quem compra apenas em lojas prefere pagar com dinheiro, exceto quando adquire produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

O consumidor tradicional ainda observa a internet como obstáculo, pois não se sente familiarizado com o meio eletrônico. Segundo o estudo, entre esse público, apenas 3% considerariam adquirir um eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para fazer compras.

Na primeira edição da pesquisa Cross Channel, feita em parceria com o Instituto Análise, foram ouvidos cerca de 6,5 mil consumidores durante o mês de março. O objetivo do levantamento, que será feito regularmente, é analisar o comportamento do consumidor que compra na internet e no varejo tradicional.

Atualmente, o comércio eletrônico conta com mais de 17,5 milhões de consumidores e registrou faturamento de R$ 10,6 bilhões em 2009.

Qual o desejo do consumidor na Internet

Há muito tempo a Internet deixou de ser apenas um meio atrativo para jovens. Hoje o cenário é outro. O público ? de todas as idades e com interesses distintos, fazendo com que várias empresas entrem neste canal para ter mais um meio de comunição com seus consumidores.
Saber o desejo do consumidor na Internet é algo imprevisível. Até especialistas afirmam que nem mesmo o próprio consumidor sabe o que quer. Por este motivo é indispensável um bom estudo e conhecimento do seu público-alvo. Saber qual seu desejo, o que ele busca na internet além do seu produto/serviço, o que leva a comprar na sua loja e não na do concorrente (vice-versa), entre outras maneiras para conhecê-lo melhor.

Relacionamento é a base

Veja a Internet como mais um meio de relacionamento com o seu consumidor onde deseja ter informações claras, promoções verdadeiras, receber seu produto ou solução no prazo correto e ter seus direitos respeitados sem precisar brigar na justiça.

O desejo do consumidor

Assim como em outros campos o consumidor quer ser ouvido e bem atendido. O usuário procura credibilidade, interatividade e personalização. Na Internet ele deseja interagir com seu site, ter acesso a informações ou produtos da sua empresa que possam lhe servir na hora que bem entender.
Uma ótima dica, essencial em alguns casos, é ter sempre sua página inicial com novidades, promoções e dados que possam atrair o visitante. Isto porque o usuário é movido a inovação e está sempre em busca de novas informações.

Por André Alves
http://www.webi.com.br/blog/internet/qual-o-desejo-do-consumidor-na-internet/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Como ser um consumidor verde ou sustentável?

Resumo

O consumo é o motivo pelo qual um bem é produzido. Normalmente, um consumidor comum compra determinados produtos que agridem ao ambiente. Aquele consumidor que seleciona os produtos que compra e usa em sua casa, dando prioridade aos que menos contaminam, privilegiando as empresas que investem na preservação ambiental, é chamado de consumidor verde. Veja abaixo como se tornar um consumidor verde ou sustentável. 


Passos

1 - Verifique quais as matérias-primas do produto na hora da compra. Escolha materiais reciclados e os produtos que têm certificados de boa procedência e manejo sustentável;
2 - Descubra onde o produto é fabricado. Quanto mais regional for o produto, maior a redução da queima de combustível no transporte da mercadoria;
3 - Prefira produtos que gerem apenas um resíduo;
4 - Opte pelas sacolas de pano para levar ao supermercado e à feira;
5 - Pesquise como é o produto é descartado. Se ele gera um lixo não reciclável ou que contamina o solo, a água ou o ar, não use. Escolha aqueles que possam voltar ao ciclo produtivo ou se decompor sem causar prejuízo ao meio ambiente;
6 - Evite comprar e usar pratos, talheres e copos descartáveis;
7- Para uma festa ou reunião em sua casa, prefira o aluguel de louças;
8 - Procure comprar produtos que sejam oferecidos em embalagem maior (biscoitos, papel higiênico, etc.), assim você evita o acúmulo de várias embalagens a serem descartadas;
9 - Se os produtos forem feitos de madeira, descubra se os mesmos são fabricados com madeira extraída de reflorestamento, com manejo sustentável;
10 - Evite alimentos cultivados com agrotóxicos. Prefira os produtos orgânicos.
11 - Utilize produtos de limpeza sem CFC, sem soda, sem fosfato, e sem cloro. Produtos que contêm esses ingredientes poluem o ambiente e agridem a saúde;
12 - Procure fazer uso comuhitário de seu automóvel junto com colegas de trabalho, revesando os veículos para poder aumentar a vida util destes e diminuir o consumo de combustível e emissão de gases do efeito estufa
13 - Se usar o carro for inevitável, compre um que tenha pequena cilindrada e funcione com alcool, pois assim estara evitando um gasto muito grande de combustivel e diminuindo em 80% as emissões de carbono
14 - Monte em seu condomínio uma central de recolhimento de reciclaveis e utilize o lucro da venda destes como complementação de renda dos funcionários do condomínio, isso fara com que eles ajudem de bom grado e com atenção na tarefa de reciclar
15 - Pare de fumar - Além de melhorar sua saude, você deixa de poluir o meio ambiente e as áreas usadas para plantar fumo poderão ser utilizadas para plantar alimentos
16 - Prefira caminhar para pequenas distâncias e use a bicicleta para distâncias médias, sua saude, seu bolso e seu planeta agradecem
17 - Exija sacolas de papel na quitanda, no mercado, nas lojas, evite comprar tecidos sintéticos, mas se for inevitável, compre um que seja reciclável
18 - O barato sai caro, prefira produtos de qualidade comprovada, mesmo que um pouco mais caros, do que produtos com qualidade duvidosa e que vão durar menos, pois estes vão para o lixo mais cedo e você vai precisar gastar mais para repor
19 - Troque todas as lampadas de sua casa por lâmpadas do tipo econômicas, elas duram mais, consomem menos energia e iluminam tão bem quanto as outras. Podem ser um pouco mais caras, mas isso é compensado na conta de luz e na durabilidade.
20 - Retire aparelhos que não estão sendo usados da tomada, alguns aparelhos eletrônicos, quando em stand-by (aguardando comando do controlhe remoto) consomem muita energia. O consumo de umtelevisor desligado responde por 70% do consumo de energia elétrica deste tipo de aparelho
21 - Só compre produtos com o selo de qualidade do PROCCEL (programa de controlhe de consumo de energia elétrica) verificando sempre se ele atende as suas necessidades
22 - faça uma limpeza semanal dos filtros de aparelhos de ar condicionado e uma limpeza geral dos aparelhos a cada 4 meses, pois assim, limpos, eles vão trabalhar com maior eficiência e menor consumo de energia
23 - Se tiver espaço, faça pequenas hortas orgânicas em casa, em um pequeno vaso podemos plantar um tomateiro, salsinha, cebolinha e outros tipos de plantas. Faça um minhocário (ou compre, são vendidos pela internet) para tratar seus resíduos orgânicos (papel higiênico, inclusive), elas vão transformar tudo em adubo que você pode usar em sua pequena horta

Importante

A humanidade consome 25% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se o consumo e a produção continuarem nesse ritmo, em menos de 50 anos serão necessários mais de um planeta Terra para suprir nossas necessidades de água, energia e alimentos. Faça a sua parte!

Consumidor sustentavel

O consumidor de hoje está mudando a sua maneira de consumir, alguns deles são mais conscientes porém a grande minoria se diz ser iniciante nessa nova categoria de consumo.


Um em cada três consumidores brasileiros estão num estágio elevado de consciência no consumo: 28% são consumidores engajados e 5% conscientes. Outros 59% são iniciantes e 8% indiferentes. O brasileiro ainda fala mais do que faz. Mais de 50% dos entrevistados concordaram com 31 dos 38 valores e crenças de consumo consciente, ao passo que, dos 42 comportamentos conscientes pesquisados, apenas sete são praticados por mais de 50% das pessoas.

Segundo Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, "O consumo consciente é um fenômeno em desenvolvimento. Quando se começa a falar no assunto, o público tem uma reação o positiva imediata, mas ainda não baseada em convicções. Depois, a mídia expõe mais a questão e o público passa a fazer melhor suas escolhas sem, no entanto, ter assimilado completamente os valores. Estamos nesta fase: o público começa a mudar suas atitudes, mas ain-da há uma distância entre valores e comportamentos. Só numa terceira fase é que essa diferença diminui."

E para que o brasileiro passe a consumir sustentavelmente, Helio diz que "As pessoas reconhecerem que seu comportamento individual faz diferença no todo. Hoje, 75% dos brasileiros tomam atitudes de economia, como racionar água e luz, o que tem efeito direto e imediato, inclusive no bolso. O percentual cai para 45% quando se trata de plane-jar compras e ler rótulos e 30% no caso de reciclar o lixo ou consumir alimentos orgânicos - atitudes com benefícios a médio e longo prazo e impacto coletivo."

Então pessoal, vamos passar a consumir com mais responsabilidade e prestar atenção nas empresas que trabalhamos para saber se elas são responsáveis ou não. Até eu mesmo preciso pensar e praticar mais isso.


Retirado do site http://markkando.blogspot.com/2008/11/consumidor-sustentvel.html

Desenvolvimento e Consumo Sustentável

Ricardo Machado 
e-mail: ricomachado@terra.com.br 

Consumir sem consumir a Mãe Terra e o Ser Humano 


"A Terra tem o suficiente para todas as nossas necessidades, mas somente o necessário”.Mahatma Gandhi. 

Nos últimos anos, verificamos alguns avanços na forma de pensar e agir do ser humano. O grande desafio é de motivar e modificar o pensamento das pessoas em relação ao consumo. 

A Mãe Terra sofre com as péssimas condições de seu meio.Nosso planeta, com recursos naturais vastos, mas finitos, sofre uma degradação ambiental antiga e contínua. O ser humano, principal ator da degradação ambiental, sofre as conseqüências do desrespeito ao meio ambiente em sua vida. A mudança de atitudes na sua postura em relação ao meio ambiente é fundamental para que haja uma transformação. Não resta a menor duvida, estamos diante de um modelo de produção e consumo nitidamente insustentável, já que consumimos 25% a mais de recursos naturais do que o planeta consegue repor. Isto é, a Terra não está conseguindo repor ar respirável, água limpa e terras sadias, além de não estar conseguindo absorver os resíduos produzidos pela humanidade a uma velocidade compatível com o seu uso ou produção. E isso acontece quando dos quase sete bilhões de habitantes da Terra, somente 1,7 bilhão aproximadamente conseguem consumir sem restrições. Se todas as pessoas do mundo consumissem como os habitantes mais ricos, seria necessário quatro planetas Terra para atender a demanda. 

Da relação existente entre as cadeias de produção e o consumo surge à necessidade de refletir sobre o processo do consumo sustentável. 

Consumo sustentável é o ato de adquirir, utilizar e descartar bens e serviços com respeito ao meio ambiente e à dignidade humana. Consumo Sustentável quer dizer saber usar os recursos naturais para satisfazer as nossas necessidades, sem comprometer as necessidades das gerações futuras.(Relatório Brundtland, 1987)*

Um comportamento ambiental consciente tem que ser encarado como uma prática de sobrevivência para todos nós, e para gerações futuras. E exige somente mais atenção com o que está a sua volta. 
No dia a dia nos deparamos com várias situações, das mais simples as mais complexas, tais como atitudes profissionais, com a família e o meio ambiente.O critério usado para a tomada de decisão tem que ser repensado uma vez que as atitudes tomadas trarão a curto ou longo prazo conseqüências futuras para o desenvolvimento sustentável, refletir sobre as atitudes tomadas define como estamos convivendo não só com a sociedade, mas também com os recursos naturais, cada opção tem influencia direta com a Mãe Terra. 

O consumo sustentável depende da disponibilidade de bens e serviços sustentáveis. Assim existe um binômio, a produção sustentável está associada ao consumo sustentável.

O que produzir, descartável ou retornável? Para que produzir, para suprir as necessidades ou para ostentação e acumulo de capital? E para quem produzir, para uma minoria dominante ou maioria excluída? E como consumir? A adesão ao consumo sustentável se faz questionando como,por que, o que, de quem comprar, como usar e como descartar. Ou seja, implica necessariamente, na redução do volume de bens e serviços produzidos e na maneira de consumo da sociedade. 

Adquirir apenas o necessário para uma vida digna, minimizar o desperdício e a produção de rejeitos e resíduos, consumir apenas bens e serviços produzidos que não agridam o meio ambiente, motivar processos agrícolas (principalmente a agricultura familiar, cooperativas, comercio justo), proporcionar políticas que se preocupem com questões sociais, culturais e ambientais tanto na produção como na administração mediante parâmetros éticos e conhecer o ciclo de vida dos produtos (CVP) mediante selo de certificação são algumas das ações em prol do consumo sustentável. 

O problema é que existe uma relação inversa entre aqueles que tem acesso aos bens e serviços de consumo, originados com base na obtenção, direta ou indireta, dos recursos naturais, e aqueles que sofrem com a degradação ao meio ambiente causada pelos primeiros.

 Forma-se assim um “apartheid ambiental” de um lado está a parcela da sociedade que tira de inúmeras formas proveito do meio ambiente, por ter a propriedade dos bens naturais e por poder adquirir os bens e serviços, ao passo que do outro restou a parcela da sociedade que, além de não conseguir tal acesso, ainda é obrigada a arcar com o passivo ambiental alheio(externalidades). 
O conceito adequado de sustentabilidade remete a uma dimensão mais ampla e que extrapola esta visão egoísta dos que faturam com a ciranda financeira, com a especulação, a doença do lucro, com o sobe e desce das taxas de juros e do câmbio. O consumo sustentável tem ligação com responsabilidade social, não com investimento. Sustentabilidade é algo que reside na alma e não apenas uma ferramenta que engorda a conta bancária.

Vale apontar um falso dilema quanto ao custo dos produtos sustentáveis. Isto fica claro quando se pensa no curto e no longo prazo. No curto prazo, por vezes, um produto sustentável será mais caro. Mas, dado o fato de que o produto sustentável não terá impactos negativos sobre a sociedade e o meio ambiente, a longo prazo o consumidor não terá que pagar os custos sociais e ambientais que certamente existem no consumo de produtos não sustentáveis. Esta é a troca. Naturalmente, com a saúde em jogo, eu não penso duas vezes em fazer a escolha por pagar um pouco mais hoje para não ter que pagar a mais no futuro com uma moeda denominada saúde. 


O consumo sustentável , que o capitalista não faz questão de ver, tem muito com a redução da pobreza, com os direitos das crianças e adolescentes, com o acesso à educação e ao trabalho, com a solidariedade, com o respeito à biodiversidade. 
A sustentabilidade está vinculada à valorização dos saberes e conhecimento tradicionais e inclui tanto os gestores das corporações quanto os povos da floresta, ribeirinhas, agricultores familiares... 
A prática do consumo sustentável significa mais do que a soma das partes. Ele deriva de relações saudáveis, éticas, democráticas, equânimes e socialmente justas. 


“O debate em torno do tema sustentabilidade é muito rico e ao mesmo tempo necessário em uma sociedade que só vai prosperar quando todos os relacionamentos se tornarem sustentáveis o bastante para apoiarem as iniciativas de cidadãos e comunidade empresarial. Para isso acontecer é preciso que, antes de tudo, todos entendam o conceito e a prática do desenvolvimento sustentável em sua plenitude e tenham atuação de valor internalizado".
(Maragngoni Nelsom,Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã, IBOPE - 
http://www.ibope.com.br/forumibope).


A proposta aqui é que já dispomos de conhecimento suficiente, teorias suficientemente fundamentadas, evidências embasadas em tecnologias para tomar todas as decisões necessárias para colocar nosso                      desenvolvimento na direção de um consumo sustentável muito melhor do que o que temos hoje. Nosso problema hoje está na falta de mais ações pragmáticas e velocidade para “fazer acontecer”. Não é ético continuar pregando as ações que já sabemos ser necessária. A cada dia que passa é possível ter uma noção dos impactos sobre o consumo sustentável e os problemas causados a médio e longo prazo. Todo esse quadro é reversível e essa reversão é absolutamente necessária para fazer com que o consumo sustentável se torne realidade. 


 *O termo Desenvolvimento Sustentável é consagrado no relatório Nosso futuro comum, produzido pela Comissão mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, presidida pela norueguesa Gro Harlem Brundtland, a pedido da ONU, e publicado em 1987.

Artigo retirado do site http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/desenvolvimento-e-consumo-sustentavel/22858/